BRASÍLIA – A relação entre empresas do ramo de terceirização de mão de obra com mais de R$ 1,5 bilhão em contratos com o governo federal e outros Poderes entrou na mira da Controladoria-Geral da União (CGU) depois de o Estadão revelar que a R7 Facilities, em nome de um laranja, atua dentro dos presídios federais de Mossoró (RN) e de Brasília (DF). Reportagem também mostrou que a empresa faz parte de um grupo que atua em conjunto, usa outros laranjas e diz fazer negócios com firmas em endereço de fachada.
O Estadão mapeou a relação das empresas ao analisar centenas de licitações, milhares de páginas de processos judiciais, balanços contábeis, publicações em redes sociais, mensagens privadas e documentos da Junta Comercial. Também serviram para montar os elos da rede as contradições apresentadas em entrevistas com os supostos donos, conversas com agentes do mercado e o não funcionamento de empresas nos endereços informados à Receita Federal.
1. R7 Facilities
2. B2B Serviços de Administração
3. Defender Conservação e Limpeza
4. AC Segurança
5. Falcon Facilities
6. Siello Tecnologia, Desenvolvimento e Serviços
7. G&G Empreendimentos Imobiliários
8. K2 Conservação e Serviços Gerais
9. GSI Vigilância
10. GSI Serviços
11. Qualifoco
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